segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Pois é...






Deus suicidou-se com
   uma navalha espanhola,
morreu de overdose,
  tragou até o último desejo
    de seu ingênuo filho.
Foi comprar cigarro e
  não voltou.

Acredita?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Interludia


Hoje assisti a uma palestra. Bom, assisti em termos,mas não entrarei em detalhes. Enfim, a palestra tratava de conflitos, o que me lembrou de algo que escrevi há um certo tempo, há cerca de dois meses em uma aula.
Eram 09:24 do dia 02/06/10. Eu estava assistindo a uma aula de Matemática e, sem muito aviso, me veio uma ideia relacionada a isso. E era assim:

"Quem disse que é assim?
Quem disse que era pra ser assim?
Não coloque tantas regras sobre si mesma, não existe o certo e o errado, a verdade e a mentira... Mostre-se, seja você mesma, imponha-se, expresse-se. Não há nada mais doloroso do que ter um conflito dentro de você, com você mesma. É a pior batalha, a guerra mais cruel. Não precisamos ser forte o tempo todo, então porquê, justo você, tem que ser assim? Não, chorar não é fraqueza, mostrar seus sentimentos também não é, isso te torna humana. Seja você, sem regras, sem tanta vigilância, não seja forte o tempo todo, isso não existe. Fechar-se é fraqueza, guardar tudo é fraqueza. E se mostrar, bom, isso é real, isso existe! "


Lembro-me de que, enquanto eu escrevia isso, havia uma voz que, de certa forma, me guiava, citava o que eu estava escrevendo, ditava essas palavras para mim. A voz não era minha, nem de ninguem que conheço em vida, mas era familiar. Só sei que não era eu...


Música de hoje:
Drown - Limp Bizkit



[Ma']

segunda-feira, 26 de julho de 2010

it's immortality...



"Sinto-me como um homem que, tendo escapado de um naufrágio em um pequeno e estreito barco, tem a temeridade de retornar ao mar no mesmo navio avariado e castigado pelo mau tempo, e ainda carrega a sua ambição tão longe a ponto de percorrer o globo nessas circunstâncias desvantajosas. Ora, com que confiança posso aventurar-me a um empreendimento audaz quando, além das infinitas debilidades que me são peculiares, descubro tantas outras que são comuns à natureza humana? Após o mais preciso e exato dos meus raciocínios, não posso dar uma razão do porquê deva eu assentir a ele...Será que temos, então, de estabelecer como máxima geral que nenhum raciocínio elaborado ou refinado deva ser aceito?... Minha condição humana ataca minha condição intelectual e fere meu raciocínio, a ponto de mutilar minha vontade e minha razão! Devo entregar-me a meus escritos e deixar-me absorto em minha melancolia desesperadora..."
[Autor desconhecido]


"It's Immortality..."